Junho/2022


Fechamento de Junho e Projeções


A aversão ao risco se impôs na bolsa brasileira em junho, que registrou o seu pior mês de 2022. O Ibovespa caiu 11,50%. Nos EUA, o clima não foi muito diferente. O S&P 500, principal índice de ações norte-americano, teve em junho o seu seguindo pior mês do ano.

O temor de recessão aumentou entre os investidores no mundo todo, depois de o Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, ter subido a taxa básica de juros em 0,75% ao ano. O aumento, o maior da história recente, foi maior do que o esperado, numa tentativa de conter a inflação que acabou sendo agravada pela guerra na Ucrânia.


Do lado doméstico, aumentou o temor de risco com medidas para segurar o preço dos combustíveis num ano de eleição presidencial. Para este segundo semestre, os mercados de ações devem continuar reféns desse ambiente de incertezas e da possibilidade de recessão.

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